CRÍTICAS À CADEIA DE PRODUÇÃO NÃO SUSTENTÁVEL NO CONSUMO DE MODA DE MULHERES MILLENNIALS NORDESTINAS

Maria Kélvia Ferreira de Araújo, Rafael Fernandes de Mesquita, Larissa Lima Bandeira

Resumo


Foi a partir da década de 40 com o prêt-à-porter (grandes indústrias de confecções ‘prontas para o uso’) que a moda, antes símbolo de riqueza, passou a ser mais democrática para as classes, sendo produzida de maneira rápida, em grandes quantidades e a preços acessíveis. A partir do foco da experiência das mulheres, mais especificamente de uma segmentação etária, procurou-se compreender como se caracteriza o consumo de moda de mulheres millennials? As millennials são a escolha deste trabalho por terem sido caracterizadas na literatura acadêmica como o grupo com maior poder de compra e por representarem o maior segmento de consumidores da história. O objetivo, assim, é identificar elementos gerais que caracterizam o consumo de moda de mulheres millennial sem uma capital do nordeste brasileiro. A pesquisa é de abordagem qualitativa e classifica-se como exploratória quanto ao seu objetivo. Para a coleta de dados se fez uso da entrevista e para o tratamento dos dados a análise de conteúdo. Foi possível identificar, como resultados, o consumo direcionado para grandes varejistas de moda rápida, com compras baseadas em gostos pessoais, necessidades e em preços baixos. Conclui-se, portanto, que o consumo das mulheres millennials pesquisadas se dá em grandes varejistas, com críticas direcionadas à cadeia de produção, influenciando suas decisões de compras.


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